
Violência entre quatro paredes
Gritos, ofensas, perturbação do sono, falta de liberdade e, por fim, agressão física.
Sindicato dos Trabalhadores e das trabalhadoras em Educação de Pernambuco

Gritos, ofensas, perturbação do sono, falta de liberdade e, por fim, agressão física.

Durante toda esta quinta e sexta-feira (10 e 11) a direção do Sintepe – representada pela presidenta Ivete Caetano e

O Sintepe (Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco) mais uma vez participou de ato político do 8 de março, Dia Internacional das Mulheres.

Para professores da rede pública, fevereiro foi de surtos pontuais de Covid-19 nas escolas e conquista salarial. Do Brasil de

O mercado de trabalho brasileiro passa por uma situação dramática: aumento do desemprego, da informalidade, do trabalho precário, da subutilização

A luta é em defesa da vida das mulheres, contra a fome, a carestia, a violência, o desemprego, pela saúde, pelos direitos sexuais e reprodutivos, em defesa do Sistema Único de Saúde (SUS), da educação e dos serviços públicos gratuitos e de qualidade.

No meio do turno matinal do dia 17 de março de 2020, nós, trabalhadoras e trabalhadores da educação de Pernambuco, regressamos para as nossas casas rumo ao isolamento social decretado pelo governador, neste mesmo dia, falecia a primeira vítima de COVID-19 no Brasil.

As violências machistas – temor que sempre rondou a nós mulheres – ocorrem de forma mais intensa e cruel durante a pandemia de Covid-19, iniciada mundialmente em 2019 e que perdura sem perspectiva de fim aqui no Brasil devido às falas e atitudes genocidas e misóginas do presidente da República.

PIB cresceu 4,6%, resultado aguardado após o “tombo” do ano anterior. Mas soma da gestão deve mostrar média anual abaixo de 1%, perdendo dos primeiros mandatos de FHC, Lula e Dilma

O Projeto de Lei Complementar 3.144/2022 foi enviado para a Assembleia pelo Governo do Estado e já aguarda parecer das